segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Estrela da Manhã

Se, segundo Sigmund Freud, foi um golpe de marketing o egípcio Moisés ter se tornado hebreu de nascimento, como não pensar o mesmo da primogenitura entre Caim e Abel? 

Ou seja, Abel é o Neanderthal, Caim é o Duplo Sapiens e não o inverso. Depois de matar, Caim tornou-se temente ao predador e organizou as leis jurídicas.

Diabolos há sido para sempre o ambiente, ao qual por orgulho civilizatório, somos impedidos de aceitar ser impossível domá-lo, sem ferir-nos.

Até que a espécie mature para perceber que É coroado com a coroa, o Cristo, quando de Lúcifer a humildade conquista.


Ricardo Pozzo 

Um comentário:

twelvetribes disse...

Fiz um vodoo nyahbhinghi certa vez com alguns livros, objetos simbólicos e um pouco de paciência exotérica. Mentalizei uma adaga árabe e cravei na mente daquele que causava-me pesadelos ainda no inconsciente bagunçado. Através de cultura "cover", ele pedia emprestada a criatividade apolínea da composição da lira. Mal sabia a população, antes de tal sonho, que a besta preparava reinado no universo com monossílabos de palavras mágicas ditadas à minha mediunidade filosófica que, por impulso de tradução historiográfica racional e científica, - a priori e a posteriori justificada no objeto do conhecimento que é a lógica formal; optou por não desvelar o estatuto oculto das ciências parapsicológicas. Nominadas dessa maneira, permanecem palavras de sugestão hipnótica sem fundamento científico, em verdade, sem constituir ciência empírica da parapsicologia. A mente de Deus, material ou imaterial, é o objeto máximo da ciência humana parapsicológica, - no sentido de desmistificar-lhe e desvendar-lhe o poder. A humildade filosófica tradicional é caminho aristotélico do meio ( não à excassez, não ao excesso)para atingir as fontes onde habitam as ninfas da teogonia universal. Vivemos um cemitério de crenças desde que a ciência tomou caráter ontológico corporativo em sua taxonomia filosófica. Olhos fechados humanos para a sensibilidade transcendental do espírito, - naturalmente propenso a amar, e produzir - ; obras edificantes do mesmo caráter.