sexta-feira, 10 de maio de 2013

Neonazifascistas israelenses matam os líderes da resistência semita Palestina, e agentes anglicanos monitoram nordestinos africanos islamizados que disputam postos de trabalho garantidos pela Sua Majestade, a Fraude, cujo mais novo dos netos estraçalha crianças e velhos [o custo de cada míssil sustentaria famílias do terceiro mundo por décadas] para viabilizar as reservas energéticas do ocidente no qual mergulham os jatos das companhias que transportam celebridades capazes de fazer girar em torno de trilhões de dólares ao ano para que você possa sedar-se confortavelmente à frente de sua tela lcd depois de oito horas de serviço, quem sabe, numa multinacional com isenção fiscal igual aos paraísos onde convivem o dinheiro das igrejas, dos tiranos de esquerda, de direita e do Estado por dentro do Estado.
Rezam alguns intelectuais que os indígenas possuem inferior capacidade cognitiva haja visto que eles desconhecem a mega valorizada cultura helênica. É difícil perceber, mas minha ascendência traz uma forte influência indígena e, creio eu, talvez seja por isso que sua boca profira juras de amor enquanto seus olhos as neguem com furor.
Como diz um certo Barão de Münchhausen, a primeira vítima da guerra é a verdade.


Ricardo Pozzo

2 comentários:

twelvetribes disse...

A educação, através da psicanálise argumentativa das elites do poder continua sendo um projeto. Ainda que magoado em sua vaidade irascível de solidariedades já concretas no nível paradigmático de amor pela humanidade culpada e carente. Alguns esperam por uma ajuda, outros, mais profundamente, vingança e revolução. A dimensão psicanalítica do poder revela nuances históricas de pensamentos paradigmáticos nas ciências e artes que são deixadas à humanidade pelos muitos deuses, helenos, monoteístas, indianos, indígenas, ad hoc ao ateísmo no substrato intelectual das letras. Na guerra pela verdade quem sofre é o microfone, os ouvidos e a inteligência, seja no seio da população manipulada pela mídia, ou entre aqueles que a manipulam nas elites da palavra.

Anderson Carlos Maciel disse...

Evocado sentimento de nostalgia e consequente pesquisa estética. Valores piramidais em gênese ao tato de elaborada constatação. Quando falo que Ricardo fazia sociologia, referia-me aos arroubos imagéticos de sua literatura verborragicamente fortunada. Tempos de intensidade e vivência rastafari sensimilla na ode de uma sociedade excludente, que hoje se interessa em participar com contribuições da estética burguesa. São muito interessantes as idéias de vivências aéreas, permissões modais do baixo-erotismo, mas para quem fala para guettos da comuicação a guerra é inerente, e fugimos dela metendo o nariz nos livros. A solidão é analógica. Ter grana ou não é o de menos, o que falta é ideais e estética nos sentimentos. A arte é pertinente a proletários e burgueses, mas proletários já carregam eles literalmente nas costas, plantando, colhendo, transportando, usando de força bruta em quanto os burgueses posam diante do simbólico frente ao microfone, que não largam. São como corpos impedindo a passagem da verdadeira mensagem de gaia, a Terra.