Está bem: que termine, que termine!
Se tem que ser assim... Enfim: que seja!
Que não mais o meu verso te ilumine
e nem tua magia me proteja
das coisas que não temo e em que não creio.
E os beijos de hortelã e de cereja
que trocaríamos noutra realidade,
que fiquem para sempre relegados
ao território das impossibilidades.
Não sou de ter saudades do passado,
mas do futuro, sim, terei saudade.
Betty Vidigal
A country of illiterates
Há 14 horas


2 comentários:
Sabe do meu carinho pela tua poesia. Obrigada pela presença professora!
O futuro
que tu nao me doaste
esta ja aqui
no passado de um amor
mais amplo do nosso entendimento.
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